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No dia 5 de setembro foi comemorado o Dia da Amazônia. No mesmo dia, em 1850, Dom Pedro I criou a província do Amazonas, por isso a data foi escolhida. A região representa mais da metade das florestas tropicais remanescentes no planeta e compreende a maior biodiversidade em uma floresta tropical no mundo. A data foi criada para incentivar a reflexão sobre a importância da floresta para o planeta, em razão da sua riqueza de vida animal e vegetal, e por ser fonte de recursos naturais.

Mais do que lembrar do local, a data tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre a importância de se preservar a Amazônia, além de estimular o debate sobre os problemas enfrentados atualmente, como a exploração desenfreada dos recursos naturais, desmatamento, biopirataria (contrabando de animais e plantas), pesca e caça ilegais, além dos conflitos originados por disputadas de terras.

Reflorestamento de 344 hectares de Mata Atlântica

Desde 2011, a Fiocruz desenvolve em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com apoio da Fiotec, o projeto Restauração Ecológica no Campus Fiocruz, que tem o objetivo de restaurar 344 hectares de áreas degradadas no munícipio do Rio de Janeiro. Desses, 108 hectares em áreas ciliares do Campus Fiocruz Mata Atlântica (CFMA) e 236 hectares no Parque Estadual da Pedra Branca.

Entre as iniciativas do projeto, estão a revitalização do horto-escola do Campus e a implantação de um viveiro, que possibilitarão a produção de 250 mil mudas de espécies nativas; a capacitação e inclusão das comunidades do entorno por meio de educação ambiental e engajamento no projeto; e a marcação de matrizes nativas regionais para o fornecimento de sementes de diversidade florística e genética.

Outras iniciativas

A Fiotec também apoiou outras iniciativas cujo foco era a região. É o caso do "Projeto avaliação de impacto à saúde - a construção de uma ferramenta para gestão socioambiental de projetos de desenvolvimento na Amazônia”, que tinha como objetivo desenvolver um modelo explicativo para avaliação de impactos à saúde, tendo como base alguns projetos de desenvolvimento na Amazônia, e evidenciando a aplicabilidade dos conhecimentos gerados para a saúde pública.

Também foram apoiados curso de doutorado em saúde coletiva na Fiocruz Amazônia, que tinham como objetivo capacitar docentes, pesquisadores e profissionais de saúde da Amazônia para o desenvolvimento de modelos analíticos de processos de produção e modulação de agravos endêmicos na região.

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