Fiotec trabalha na compra de materiais hospitalares e EPI para Centro Hospitalar da Fiocruz - Fiotec

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(Foto: Rodrigo Méxas/Fiocruz Imagens)

Está previsto ainda para o mês de maio o início das operações no Centro Hospitalar da Fiocruz, que receberá pacientes acometidos pela Covid-19. A estrutura foi construída dentro do Campus Manguinhos da Fundação, às margens da Avenida Brasil, no Rio de Janeiro. Em pleno funcionamento, previsto para 30 dias após a abertura, o Centro oferecerá 200 leitos, sendo 120 destinados a tratamento intensivo e 80 a tratamento semi-intensivo. A boa notícia é que o hospital não será desmontado ao fim da pandemia, tornando-se mais uma opção de assistência para a população do estado do Rio de Janeiro.

Durante a pandemia os leitos serão coordenados pelo Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), unidade de referência em pesquisas clínicas e atenção especializada em doenças infecciosas, e que já atua também como referência no atendimento a pacientes graves de Covid-19.

A Fiotec atuou diretamente na aquisição de equipamentos e insumos para a construção do Centro Hospitalar, e agora volta suas atenções à compra de equipamentos de proteção individual (EPI) para os profissionais que estarão envolvidos no cuidado aos pacientes. “Estamos importando face shields, máscaras cirúrgicas triplas e N95, e aventais, além de respiradores mecânicos vindos da China”, pontua Elisângela Bevitori, supervisora da equipe de Compras Internacionais. “Está sendo um desafio devido a muitos problemas com fornecedores, produtos de baixa qualidade, além claro da logística durante a pandemia, uma verdadeira operação de guerra”, completa.

Na esfera nacional as dificuldades para encontrar produtos em estoque, e com preços justos, são as mesmas. Washington Gutemberg conta que estão sendo feitas “buscas em lojas físicas, negociação via aplicativos de mensagens, por redes sociais, telefone, entre outros muitos meios. Buscamos todas as formas possíveis para encontrarmos os itens solicitados”.

De acordo com o analista de Compras da Fiotec, com a proximidade da data de abertura do hospital, as aquisições passaram a ser de insumos para uso diário, como medicamentos, EPI’s e materiais hospitalares, mas ainda há pedidos urgentes de equipamentos, por exemplo.