A posse do presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Paulo Gadelha, para seu segundo mandato, ocorreu na última sexta-feira (1º/3) e contou com representantes da Fiotec. Além do gerente geral Adilson Gomes dos Santos, que representou o diretor executivo, Mauricio Zuma Medeiros - que se encontrava fora do Rio de Janeiro -, estiveram presentes o presidente do Conselho Curador, Jorge Carlos Santos da Costa, o diretor administrativo, Pierre Chagnon, e o diretor financeiro, Mansur Ferreira Campos.
A cerimônia aconteceu no campus da Fiocruz em Manguinhos. Emocionado, Gadelha assinou o documento de posse na presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e de outros convidados. Em seu discurso, o presidente citou as diversas conquistas alcançadas durante seu primeiro mandato e os grandes projetos desenvolvidos, muitos deles apoiados pela Fiotec.
Gadelha também exaltou a gestão participativa, que se fez clara no processo democrático que o reelegeu ao cargo. Para o segundo mandato, que vai até 2016, Gadelha se comprometeu em dar continuidade ao que já foi realizado. “Temos o diagnóstico e a clareza de conhecer as necessidades da fundação para, então, colocar em prática as melhores ações”, afirmou.
Padilha destaca papel da Fiocruz na saúde e seu processo democrático
“Além de uma festa importante, hoje temos um sentimento de encontro de tantos anos de realizações. Esse é um marco importante na posse de Paulo Gadelha. A Fiocruz está na história do país, principalmente na área da saúde pública”, afirmou Padilha. O ministro da Saúde também ressaltou que o processo democrático pelo qual o presidente foi reeleito deve ser seguido por outras instituições.
A reeleição de Paulo Gadelha aconteceu em novembro do ano passado, quando votaram 4.211 pessoas – 83,6 % do total de servidores da Fiocruz. Ele obteve 2.415 votos e o resultado foi homologado pelo Conselho Deliberativo da Fiocruz e, posteriormente, pela presidente Dilma Rousseff.
Foto: Peter Ilicciev
