Fiotec promove debate sobre assédio moral no ambiente de trabalho - Fiotec

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(Imagem: freepik.com)

No dia 4 de abril, a Fiotec recebeu a coordenadora de Gestão de Pessoas da Cogepe/Fiocruz, Andréa Carvalho, para uma conversa sobre assédio, baseada na cartilha divulgada pela Fiocruz. Para o diretor executivo da Fiotec, Hayne Felipe, que abriu o encontro, a discussão é necessária para acolher todos e todas, a fim de combater todo tipo de violência dentro do contexto laboral.

Andréa iniciou a palestra falando sobre assédio moral, o mais comum no ambiente de trabalho. Segundo a palestrante, esse tipo de agressão se trata de atitudes que desvalorizam a pessoa e o trabalho dela, sendo caracterizada pela repetição, constrangimento e humilhação.

Ela ressaltou que existe uma linha tênue entre conflito e assédio moral: quando se trata de assédio, as divergências são implícitas, o clima organizacional se altera, as práticas antiéticas são duradouras e podem chegar à exoneração ou demissão. Por isso, é importante reunir provas e testemunhas.

Outro tipo de violência comum dentro do ambiente de trabalho é o assédio sexual, que ocorre majoritariamente contra as mulheres. Geralmente, ele implica em uma questão hierárquica. Ou seja, o agressor sugere um favor sexual para que a vítima consiga realizar algo dentro de suas atividades de trabalho. 

A profissional também abordou as formas veladas de capacitismo, a violência contra pessoas com deficiência. “Esse tipo de violência acontece muito por não estarmos atentos às suas dificuldades, algumas instituições nem sempre estão preparadas para receber essas pessoas. Isso significa não exercer o direito à cidadania”, afirmou.

Ao apresentar a cartilha da Fiocruz e os canais de denúncia, Andréa lembrou de outras formas de exclusão no trabalho: LGBTfobia, racismo, xenofobia, importunação sexual, assédio religioso e etarismo. “Não é só um problema para pessoas específicas. Temos que combater qualquer tipo de violência juntos”, finalizou.

Acesse a Cartilha de Assédio Moral, Sexual e outras Violências no Trabalho, da Fiocruz