Fiotec apoia a implementação de ações de vigilância, prevenção e controle das DST/AIDS - Fiotec

Fique por dentro

Por favor, selecione quais conteúdo deseja receber da Fiotec:

Você pode cancelar a inscrição a qualquer momento clicando no link no rodapé dos nossos e-mails.

Nós usamos Mailchimp como nossa plataforma de marketing. Ao clicar abaixo para se inscrever, você reconhece que suas informações serão transferidas para a Mailchimp para processamento. Saiba mais sobre as práticas de privacidade da Mailchimp aqui.

1116285 44049513Aumentar o acesso e a utilização de serviços qualificados de prevenção, assistência e tratamento de HIV/AIDS e outras Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) por grupos sob maior risco e pelas pessoas que vivem com a doença é o objetivo da pesquisa da Vice-presidência de Gestão e Desenvolvimento Institucional da Fiocruz (VPGDI/Fiocruz), apoiada pela Fiotec. O projeto “Implementação das Ações de Vigilância, Prevenção e Controle da AIDS e Outras DST” visa fortalecer ações, incluindo a realização de estudos e pesquisas específicas para população vulnerável e o desenvolvimento de estratégias que aprimorem a qualidade da prevenção dessas doenças.

A abrangência desse projeto é nacional e o foco está em: conhecimento, atitudes e práticas dos grupos sob maior risco; no uso e efeitos da terapia antirretroviral e na qualidade de vida das pessoas que vivem com AIDS (PVHA) e em terapia antirretroviral (TARV); na qualidade da atenção às PVHA; na gestão do programa de DST/AIDS, realizada pelas secretarias estaduais e municipais de saúde, bem como das organizações da sociedade civil parceiras; entre outros.

Concentração da doenças em determinados grupos

A epidemia brasileira permanece concentrada em grupos sob maior risco, com prevalência de HIV acima de 5% e com 50% dos casos notificados de AIDS entre homens que tem relações sexuais com homens (HSH), profissionais do sexo (OS) e usuários de drogas (UD).

Apesar de muitos avanços alcançados, ainda existem grandes desafios. Alguns estão relacionados, entre outros fatores, à baixa cobertura de grupos sob maior risco e à evolução da epidemia com diferentes perfis em todo o país. Outros se referem ao aumento de gastos e outras necessidades levantadas pela sobrevida de pessoas vivendo com HIV/AIDS.

Além dos grupos de maior risco, o Ministério da Saúde está direcionando um novo enfoque para alcançar novos grupos populacionais sob maior risco (como jovens HSH que não participam de redes tradicionais, mulheres jovens) e nas regiões com falta de serviços (sejam áreas mais pobres no Sul e Sudeste ou nas regiões Norte e Nordeste), buscando a integração da reposta nacional ao HIV/AIDS no sistema de saúde como um todo.