Apesar da cota de importação do CNPq em 2026 ainda não ter sido integralmente esgotada, o Conselho tem indeferido licenças de importação solicitadas recentemente pela Fiotec. Segundo o próprio CNPq, este ano tem sido atípico em relação às solicitações de cota e aproximadamente 90% do valor total definido para o período já foi consumido.

A equipe de Comércio Exterior da Fiotec segue trabalhando na liberação dessas licenças, mas caso as negativas sejam mantidas a instituição passará a encaminhar às coordenações os mapas já com a discriminação dos impostos cobrados, da forma mais transparente possível.

A falta de saldo suficiente para atendimento a todas as solicitações pode provocar consequências diretas aos projetos apoiados. Exatamente por isso, o Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (Confies) trabalha em articulação direta com o CNPq em um esforço interinstitucional para solucionar o entrave. Nesta quinta-feira (16/4), os presidentes das instituições discutiram a situação durante agenda voltada ao fortalecimento do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI).

> A Fiotec, como integrante ativa do ecossistema das fundações de apoio no Brasil, mantém seus esforços institucionais para contribuir com a liberação das licenças, beneficiando assim as diversas pesquisas e estudos que gere em parceria com a Fiocruz.