O Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) completou 50 anos e a Fiotec foi uma das instituições convidadas para um seminário de celebração realizado em 21 de setembro, no Rio de Janeiro.
A fundação de apoio foi representada por sua gestora de Comunicação, Janaina Campos, que compôs a mesa de abertura do evento ao lado do ministro da Saúde, Alexandre Padilha; do presidente da Fiocruz, Mario Moreira; de Alcindo Feria, coordenador geral da Rede Unida; Carlos Fideles da Ponte, presidente do Cebes; Fernanda Mangano, presidente do Conselho Nacional de Saúde; Francisco Funcia, presidente da ABrES; Guinar Azevedo e Silva, reitora da Uerj; Mario Roberto Dal Poz, diretor do Instituto de Medicina Social Hesio Cordeiro; e de Carlos Machado de Freitas, conselheiro da Abrasco.
Janaina iniciou sua fala agradecendo o convite feito à Fiotec e mencionando sua presença em nome da diretora executiva da instituição, Cristiane Sendim, que não pôde participar do evento. A gestora ressaltou o orgulho da fundação em ser parceira do Cebes na constante e necessária luta em defesa do direito à saúde: “como fundação de apoio à Fiocruz, temos uma missão muito alinhada a essa caminhada, a de contribuir para a promoção da saúde e para a melhoria da qualidade de vida da população. Para nós é uma honra estar aqui hoje, celebrando os 50 anos de uma instituição que tem uma luta tão importante, especialmente nos dias de hoje”.
Mario Moreira, presidente da Fiocruz, ressaltou a trajetória do Cebes como um centro de pensamento crítico em defesa da saúde e da democracia: “o Cebes é um exemplo para nós também por sua estratégia de mobilização, de respeito aos movimentos sociais. Faço questão de ressaltar isso diante de um momento tão complexo em nossas vidas, tanto no contexto nacional, como internacionalmente”.
Em seguida, uma mesa revisitou o passado, analisou o presente e projetou o futuro da atuação do Cebes. A programação, ao longo do dia, debateu a relação direta entre democracia e acesso à saúde, reuniu ex dirigentes para relembrar a trajetória do Centro ao longo desses 50 anos, e discutiu como o Cebes pode se reinventar para os próximos anos e desafios que virão.
