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Desde o dia o último sábado (3/6), acontece em João Pessoa, na Paraíba, e em Cuiabá, no Mato Grosso, a pesquisa “Avaliação da Campanha de Combate ao Aedes aegypti 2016”. Coordenada pela Fiocruz, com o apoio da Fiotec, em parceria com Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), a pesquisa está avaliando a eficácia das informações e orientações que são repassadas à população, nas ações e campanhas de combate ao mosquito.

A ideia principal é averiguar se as mensagens das campanhas foram claras, úteis e motivadoras, além de explorar como os integrantes do público-alvo reagem às três mensagens de prevenção de arboviroses – zika, dengue e chikungunya e as diferenciam pela campanha. A avaliação é realizada por meio de entrevistas com homens e mulheres de 18 a 49 anos. Por amostra, serão entrevistados um total de 300 pessoas em João Pessoa e 300 em Cuiabá.

O público-alvo são as mulheres grávidas, mulheres que pretendem engravidar, mulheres que não querem e homens.  As pessoas são abordadas em locais públicos como mercados, feiras, parques, shopping centers, igrejas, serviços de saúde e bombeiros. A equipe de coletadores utiliza em campo um aplicativo para smartphone Android, o Epi Info for Mobile. O aplicativo permite aos entrevistadores apresentarem perguntas fechadas e gravar vídeo, áudio e imagem.

As cidades foram escolhidas pois, no momento de definição do desenho da pesquisa, a zika estava em alta em João Pessoa e apresentava um crescimento considerável em Cuiabá. Mas, apesar de o trabalho estar sendo feito nas duas cidades, a ideia é que a experiência possa ser difundida por todo o País. “Nossa intenção é divulgar os resultados da pesquisa para os estados e Ministério da Saúde para, assim, podermos auxiliar os gestores e profissionais de saúde na compreensão conjunta de como as mensagens veiculadas foram recebidas pelo público, além do nível de conhecimento acerca dos riscos de transmissão”, concluiu a pesquisadora.

Fonte: CBN e Governo da Paraíba