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Foto: Fiocruz ImagensO período entre os meses de dezembro e fevereiro costuma ser difícil para os bebês prematuros e/ou de baixo peso internados em UTIs Neonatais que necessitam da doação de leite humano. Os estoques do Centro de Referência Nacional para Bancos de Leite Humano, localizado no Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), no Rio de Janeiro, estão em baixa devido às festas de fim de ano e às férias, quando muitas doadoras viajam.

Em matéria publicada no portal do IFF, Danielle Aparecida da Silva, gerente do Centro de Referência para Bancos de Leite Humano do instituto, ressaltou que a queda no estoque não é uma exclusividade do Rio de Janeiro. “Essa baixa reflete no número de prematuros que são beneficiados com essa doação. Semanalmente precisamos, aqui no IFF, de mais ou menos 50 litros de leite, atualmente estamos com apenas 30 litros para nutrir essa demanda de bebês”, explicou. Mas, segundo Danielle, aqui no Rio a situação é ainda pior. “A maioria dos pontos de coleta no Rio estão na capital, e quem viaja não tem como doar em outro lugar. Já em São Paulo é diferente, há bancos de leite em várias cidades do interior e as mulheres podem continuar a doação mesmo em viagem”, esclareceu.

Acesse o portal do IFF/Fiocruz e veja como contribuir para o Banco de Leite Humano.

Comprometimento com a causa

A Fiotec apoiou projetos desenvolvidos pelo Instituto Fernandes Figueira, com finalidades distintas, mas ambos voltados à Rede de Bancos de Leite Humano. Um deles trabalhava na consolidação e expansão da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano através da realização de cursos de capacitação e do desenvolvimento de um sistema integrado de gestão. O outro tinha o objetivo de fortalecer a Política Nacional de Aleitamento Materno e Atenção Integral à Saúde da Criança.

“Agora em 2017, os dois projetos tornaram-se apenas um. Esse único projeto agora reúne os objetivos das duas iniciativas. Dessa maneira, o apoio à Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano pode ser feito com maior profundidade, multiplicando os resultados obtidos, até então, com os dois projetos”, explicou Natalia Salvador, analista da Fiotec responsável pelo acompanhamento do projeto na instituição. 


*Com informações de matéria publicada no portal do IFF/Fiocruz.