
Representantes da Radbound University, da Holanda, visitaram a Fiotec no início de julho para conhecer sua estrutura, processos e sistemas utilizados no dia a dia de trabalho. A ideia era atestar a capacidade técnica da instituição em administrar recursos voltados ao desenvolvimento de novos tratamentos para a tuberculose pulmonar.
Além de Rutger Spoor e Hamza Hbil, participaram do encontro as pesquisadoras Margareth Dalcolmo e Valéria Rolla, acompanhadas por profissionais da Fiocruz. Essa seria uma das equipes responsáveis pelo desenvolvimento do projeto aqui no País, que contaria com a participação de outras instituições brasileiras.
Nina Fernandez é da equipe de Projetos Internacionais da Fiotec e foi uma das profissionais a recepcionar os parceiros. Segundo ela, a visita foi um importante passo nas negociações para formação do consórcio. “Fomos visitados com o intuito de atestarem nossa capacidade de gerenciar o projeto e eles saíram daqui sugerindo que façamos workshops para compartilhar nosso conhecimento com outros parceiros menos experientes, do Brasil e do exterior”, celebrou a analista. Ao lado de Nina, participaram das discussões André Aguiar, também da equipe de Projetos Internacionais da Fiotec, e Eliza Faria, coordenadora de Câmbio da instituição.
O consórcio do qual Fiotec e Fiocruz fariam parte, será formado por instituições parceiras de outros 12 países, em um esforço coletivo para combater a doença que está entre as 10 principais causas de morte provocadas por agentes infecciosos. As pesquisas desenvolvidas terão como objetivo aprimorar as metodologias de testes clínicos para detecção da tuberculose, tornando as medidas de prevenção e tratamento mais eficientes.
