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Design sem nomeLideranças femininas do Vale de Guapiaçu, em Cachoeiras de Macacu, participam de uma oficina de arpilleras

 

 

 

 

 

Participação social e humanização do atendimento são dois dos aspectos considerados essenciais para a garantia de uma saúde pública integral, universal e de qualidade. E para se alcançar esses objetivos, os avanços na área não podem ficar restritos à pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico. É necessário investir no fator humano, nas pessoas envolvidas nos dois extremos da atenção em saúde.

A Fiotec presta apoio a projetos desenvolvidos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), durante seus 20 anos de atuação, classificando as iniciativas de acordo com seus escopos e objetivos. O “ensino” é uma dessas categorias, e representa o suporte ao desenvolvimento de cursos de mestrado, doutorado, especialização, e muitas outras modalidades de capacitação. Esses projetos investem na formação de profissionais de saúde e lideranças populares com o objetivo de garantir serviços de assistência mais efetivos, que respeitem as peculiaridades culturais e a realidade de cada grupo populacional.

A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) e a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) são duas das unidades da Fiocruz que mais desenvolvem projetos voltados ao ensino e capacitação em saúde. Anamaria Corbo coordena uma iniciativa que trabalha para o fortalecimento dos agentes comunitários de saúde e lideranças femininas do Vale de Guapiaçu, em Cachoeiras de Macacu, no estado do Rio de Janeiro. A comunidade vive apreensiva com o anúncio de que grande parte da região será inundada para construção de uma barragem.

“São em torno de 2 mil pessoas vivendo na região do Vale do Guapiaçu. E quando você anuncia a possibilidade de construção de uma barragem, em um território qualquer que seja, um dos primeiros impactos é que o gestor municipal não vai investir mais lá, em termos de política social, de educação, de saúde, de segurança. Pelo fato de ser uma região ‘condenada’”, explica a professora da EPSJV/Fiocruz.


Leia a íntegra da reportagem e outras matérias publicadas na edição 15 do Conexão Fiotec-Fiocruz.