Imagens do Laboratório da Hanseníase, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) (Foto: Peter Ilicciev)
O site americano Expertscape, que ranqueia as referências em pesquisa, divulgou uma lista de instituições e cientistas que mais contribuíram nos para o combate da hanseníase e outras doenças negligenciadas. O catálogo se baseia em 3.489 artigos publicados desde 2010.
No ranking mundial de pesquisadores, nos dez primeiros lugares estão três brasileiros vinculados à Fiocruz: Euzenir Sarno (segundo lugar), Milton Moraes (sétimo lugar) e Gerson Penna (oitavo lugar). Outros cientistas da instituição ocupam posições no ranking, incluindo os da Fiocruz Rondônia e Fiocruz Recife.
Por sua vez, a Fundação está nos dois primeiros lugares entre as instituições mundiais. Em relação às cidades, o top 3 é composto por diversas cidades do Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo.
Confira a listagem completa aqui.
Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase
Em janeiro é celebrado o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase, doença crônica infectocontagiosa que tem cura e tratamento precoce feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que garante menos possíveis complicações. A transmissão não é hereditária, mas por vias aéreas por uma pessoa doente e sem tratamento.
Na Fiocruz, o Laboratório de Hanseníase do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) atua na pesquisa sobre a hanseníase e outras micobacterioses, promovendo a assimilação entre as áreas de pesquisa e assistência. Muitos projetos são desenvolvidos com o apoio da Fiotec, como o de desenvolvimento do teste de diagnóstico denominado qPCR, que possibilita estimativas mais precisas entre contatos domiciliares de pacientes com a doença, para definir parâmetros para detecção da Mycobacterium leprae, a bactéria causadora da hanseníase. Saiba mais.
O Laboratório faz parte do Programa Nacional de Controle da Hanseníase, do Ministério da Saúde, e é responsável pelo Ambulatório Souza Araújo, do SUS.
