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Dengue   ok

No dia 26 de novembro, profissionais da equipe de Compras da Fiotec tiveram um dia um pouco diferente. Núbia Silva, Wesley dos Santos e Marta da Silva visitaram o laboratório do projeto “Eliminar a Dengue: Desafio Brasil”, com o analista Fábio Machado, onde são produzidos os famosos mosquitos Wolbito.

Segundo Fábio, essa visita foi uma iniciativa da Fiotec para melhorar a prestação do serviço oferecido pela instituição. Ou seja, conhecer o que o principal parceiro da Fiotec, que é a Fiocruz, faz. “A Diretoria da Fiotec e a coordenação do projeto combinaram e pensaram: vamos mostrar para o comprador como é a pesquisa? É como se você materializasse o que está no papel, para quando chegar a demanda você entender o material que foi pedido e qual a dificuldade que o projeto enfrenta”, explicou o analista.

A doutora Flavia Teixeira guiou os compradores pelo laboratório. Lá, conheceram a geração de 4 milhões de mosquitos por semana. O projeto tem como objetivo promover a substituição de Aedes aegypti por mosquitos Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia, que têm capacidade reduzida de transmitir arboviroses como dengue, zika e chikungunya.

Para a assistente de Compras, Marta da Silva, visitar um projeto de extrema importância para a melhoria da saúde da população foi uma experiência maravilhosa. “Acredito que essa proximidade do comprador com o projeto é muito gratificante, só confirma o impacto do nosso trabalho diretamente na pesquisa, o que nos motiva a ser um profissional cada vez mais eficiente”, explica.

A visita buscou melhorar a sensibilidade dos profissionais da Fiotec em relação à necessidade do cliente e estreitar os laços para dar orientações sobre as informações que precisam estar no pedido do material para facilitar e otimizar a compra, em busca de um resultado melhor para a pesquisa. “Os compradores foram lá se aproximar, então quando chegar o pedido para comprar elástico, eles sabem que serve para poder prender uma peça para que os mosquitos não saiam. Dentro da pesquisa, tudo tem um sentido científico”, concluiu Fábio.