
Entre os dias 28 de janeiro e 1º de fevereiro, a equipe de Projetos Internacionais, responsável pelo gerenciamento do projeto “Implementação da Profilaxia Pré-Exposição (ImPrEP)” na Fiotec, visitou o Fundo de População das Nações Unidas do México (UNFPA) e a Universidade Peruana Cayetano Heredia (UPCH) para discutir detalhes a respeito da iniciativa.Entre os dias 28 de janeiro e 1º de fevereiro, a equipe de Projetos Internacionais, responsável pelo gerenciamento do projeto “Implementação da Profilaxia Pré-Exposição (ImPrEP)” na Fiotec, visitou o Fundo de População das Nações Unidas do México (UNFPA) e a Universidade Peruana Cayetano Heredia (UPCH) para discutir detalhes a respeito da iniciativa.
A atual equipe, representada pela supervisora de Projetos Internacionais, Lidiane Lima, e pelos analistas da área, Eduardo Diek e Renan Capossi, realizou a segunda visita às instituições parceiras, como parte do cronograma estabelecido pela Unitaid, financiadora do projeto. O objetivo principal dos encontros foi monitorar a parte financeira do projeto. Nas reuniões foram discutidos assuntos como o controle do relatório financeiro enviado para a financiadora, além da revisão do relatório de aquisições e também do orçamento para 2019.
De acordo com Renan, os encontros serviram não apenas para verificar o andamento atual do projeto, como também para traçar metas futuras. “Conseguimos verificar como está o segundo ano do projeto, os desafios para o terceiro ano, os nossos objetivos para a realização da auditoria que acontecerá em maio deste ano e já fechar, também, uma possível agenda para agosto, na qual propomos a Unitaid que eles (UNFPA e UPCH) venham ao Brasil. Foram visitas muito produtivas”, afirmou.
Sobre o projeto
Iniciado em 2017, o ImPrEP é um projeto internacional que envolve instituições de três países: Brasil, México e Peru, financiado pela Unitaid, uma iniciativa global de saúde que trabalha com parceiros para acabar com epidemias mundiais de diversas doenças. A intenção do projeto é reduzir o risco de infecção de HIV disponibilizando medicamentos antirretrovirais a aproximadamente 7.500 pessoas não infectadas. O estudo é liderado pela Fiocruz, por meio do Laboratório de Pesquisa Clínica em DST/Aids (LaPClin-Aids), em conjunto com o Ministério da Saúde Brasileiro, englobando também o Fundo de População das Nações Unidas do México (UNFPA) e a Universidade Peruana Cayetano Heredia (UPCH).
