Em abril, a instituição ganhou um "teto verde", fruto da mobilização de seus próprios profissionais. A ação fez parte de uma série de iniciativas ecológicas, o Ciclo Sustentável da Fiotec.
Após mapear as emissões de gases de efeito estufa (GEE) relacionadas às suas operações, em agosto deste ano, a Fiotec avançou na jornada de responsabilidade climática com a neutralização certificada de carbono. Com o apoio da WeCarbon, foram neutralizadas 472 toneladas de CO₂ equivalente (tCO₂e), com base no Inventário de Emissões de GEE de 2025, que identificou as principais fontes de impacto ambiental da Fundação.
O processo foi realizado por meio da retirada de 472 créditos de carbono do programa Verified Carbon Standard (Verra), vinculados ao Envira Amazonia Project, iniciativa de conservação florestal localizada no Acre. O projeto também conta com o selo CCBS-Gold, relacionado a benefícios para a biodiversidade, o clima e as comunidades.
A neutralização representa um avanço importante, mas o trabalho não termina aqui. Nesse contexto, o próximo passo é estruturar um plano de descarbonização, com ações voltadas às principais fontes de emissão identificadas. Entre as prioridades estão a gestão dos gases refrigerantes utilizados nos equipamentos de climatização, a mobilidade, as viagens a negócios e o consumo de energia.
A proposta também prevê o aprimoramento da coleta de dados e o acompanhamento periódico dos indicadores, além da avaliação de iniciativas relacionadas à gestão de resíduos e ao tratamento de efluentes. Para isso, cada ação deverá contar com responsáveis, indicadores e uma rotina de monitoramento que permita acompanhar os resultados e identificar oportunidades de melhoria.
A estratégia busca fortalecer uma atuação baseada em dados e planejamento, priorizando a redução das emissões e utilizando a neutralização como parte desse processo. Assim, a Fiotec dá continuidade à sua jornada de responsabilidade climática, com foco na melhoria e na construção de práticas cada vez mais sustentáveis.
