A Fiotec é patrocinadora de quatro projetos culturais da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aprovados pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura. Os termos de parceria foram assinados pelo diretor executivo da Fiotec, Maurício Zuma Medeiros, o diretor da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), Paulo Elian, e o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, em uma celebração realizada na última quarta-feira (12/2).
Na ocasião, foram apresentados os resumos dos projetos: o “Tratamento técnico do acervo da Casa de Oswaldo Cruz”, que visa disponibilizar o acervo da COC para consulta pública; a “Semana Fluminense do Patrimônio”, evento cujo objetivo é promover a valorização do patrimônio natural e cultural fluminense; “Mestre & Ofícios: a transmissão da arte e da técnica do afresco de Bandeira de Mello”, que pretende contribuir com a transmissão e disseminação da técnica e prática artística tradicional de pintura mural denominada afresco; e “Manguinhos – Retratos e Histórias do Campo da Fiocruz”, que consiste na publicação de um livro com fotografias de autoria de Anna Oswaldo Cruz.
“É uma satisfação muito grande para a Fiotec poder apoiar projetos tão importantes. É um privilégio para nós e estamos muito felizes com essa parceria”, comentou Zuma. Além do diretor, participaram do evento a supervisora do setor de Iniciação de Projetos, Eliana Cavalcante, e a analista de Projetos Gabriela Siqueira.
O presidente da Fiocruz comentou alguns dos projetos aprovados e falou da importância dessa dicotomia entre arte e ciência. “Acho que esses projetos vão chacoalhar um pouco as visões do que é produto cultural típico e do que é produto de educação, ciência e divulgação. Vamos mostrar que elas estão integradas”, comentou Gadelha. O discurso do diretor da COC seguiu o mesmo raciocínio. “A diversidade dos projetos mostra a capacidade da Fiocruz de pensar projetos na área cultural”, comentou Paulo Elian.

Histórico
A proposta do patrocínio utilizando o recolhimento do Imposto Sobre Serviços (ISS) foi apresentada à Fiotec pela COC, que conduziu todas as etapas até a consolidação dos acordos. A Lei Municipal de Incentivo à Cultura, criada em 1992, prevê incentivos fiscais à realização e desenvolvimento de projetos voltados para cultura dentro do município do Rio de Janeiro.
Toda instituição prestadora de serviço, estabelecida no Rio de Janeiro e que atender aos requisitos que constam no edital, pode ser inscrever para receber a habilitação de Contribuinte Incentivador e patrocinar projetos nas áreas de arte visual, artesanato, audiovisual, bibliotecas, centros culturais, entre outros. A Fiotec foi habilitada com o segundo maior orçamento disponível para patrocínio.
