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Representantes da Fiotec foram convidados a conhecer de perto a estrutura da Biofábrica do Método Wolbachia em Paraopeba/MG, no início de setembro. A equipe vinculada ao World Mosquito Program no Brasil foi a responsável por mostrar todo o processo desenvolvido para atender às ações do projeto nos territórios. A visita contou com a presença de Vanessa Costa, diretora técnica da Fiotec, e de profissionais das gerências internas de Projetos, Logística e Pessoas.
 
A atividade foi acompanhada por Gabriel Fernandes, coordenador do projeto pela Fiocruz Minas/Instituto René Rachou, e conduzida por Eliane Moreira, coordenadora-geral do WMP Brasil. O encontro foi uma oportunidade de conversar sobre as diferentes demandas que fazem parte do dia a dia do projeto, incluindo necessidades de compras, logística e outros processos que dão suporte às ações realizadas em campo.
 
O Método Wolbachia é uma iniciativa do World Mosquito Program (WMP), executada no Brasil em parceria com a Fiocruz e a Fiotec. Esta cooperação, inclusive, é tema de episódio da série Fiotec Apoia, disponível no canal da instituição no YouTube
 
O Método Wolbachia
O Método Wolbachia consiste na liberação de Aedes aegypti com Wolbachia para que se reproduzam com os Aedes aegypti locais estabelecendo, aos poucos, uma nova população destes mosquitos, todos com Wolbachia. Com o tempo, a porcentagem de mosquitos que carregam a Wolbachia aumenta, até que permaneça estável sem a necessidade de novas liberações. Este efeito torna o método autossustentável e uma intervenção acessível a longo prazo. Não há qualquer modificação genética no Método Wolbachia do WMP, nem no mosquito nem na Wolbachia.
 
O World Mosquito Program (WMP) está presente hoje em países da América Latina, Ásia e Oceania. Aqui no Brasil, a iniciativa já chegou a pelo menos 11 cidades de diferentes regiões. Dados do fim de 2024 apontavam para mais de 4 milhões de pessoas alcançadas pelas ações do projeto.
 

Com informações do World Mosquito Program Brasil no Instagram.